Ceias ao ar livre no verão australiano, trocas de livros na Islândia, jantares românticos no Japão, entre outros ambientes. Em cada canto do planeta, o Natal ganha sotaques, sabores e rituais próprios. Mesmo sendo uma data cristã, hoje a celebração está presente, em alguma medida, em quase todos os países e envolve bilhões de pessoas ao redor do mundo.
Mais do que presentes, o que se repete é a vontade de transformar a casa em cenário de encontros e memórias afetivas, e isso, como incorporadora e construtora a gente entende bem!
A seguir, um passeio por tradições de Natal ao redor do mundo – com foco nas ceias e comidas típicas – para inspirar novas formas de viver essa data.

Austrália: ceia de Natal na praia, frutos do mar e pavlova
Enquanto boa parte do hemisfério norte está de casaco e vinho quente, os australianos celebram o Natal em pleno verão, com termômetros altos, céu azul e, muitas vezes, pés na areia. Em vez de neve, o cenário são praias cheias, churrascos ao ar livre e jantares na varanda, bem parecido com o nosso jeitinho brasileiro!
Na mesa de Natal australiana, o cardápio acompanha o clima:
Frutos do mar em destaque: camarões (prawns), ostras e peixes grelhados são quase obrigatórios.
Carnes frias, como presunto (ham) servido gelado e saladas frescas, substituem pratos muito pesados.
Na sobremesa, a estrela é a pavlova, um merengue crocante por fora e macio por dentro, coberto com frutas frescas da estação, como kiwi, manga e frutos vermelhos.
É comum montar mesas grandes em jardins, decks e varandas, estender a tarde em conversas e transformar a casa em extensão da praia.
Islândia: Livros como presentes e muita leitura!
Na Islândia, o Natal tem um clima intimista, com neve do lado de fora e luz baixa dentro de casa. Uma das tradições mais encantadoras é o Jólabókaflóð, a “inundação de livros”: na véspera de Natal, famílias e amigos trocam livros e passam a noite lendo, muitas vezes acompanhados de chocolate quente ou cerveja natalina. O amor da Islândia por livros levou sua capital a ser nomeada cidade da literatura pela Unesco em 2003.
