A Exto foi contemplada no Valor Econômico desta semana, em reportagem assinada por Chiara Quintão. Na matéria, Roberto Matos, nosso presidente, comentou sobre os números de 2018, somando R$ 580 milhões em lançamentos no ano, com um valor geral de vendas (VGV) de R$ 480 milhões em lançamentos estimado para 2019.

O empreendimento Only São Paulo foi bastante representativo nos valores deste ano, que superaram a meta. Lançado no início de novembro, o projeto de alto padrão fica em frente à Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, cartão postal da cidade de São Paulo, com apartamentos de 186, 211, 233 e 252m².

De acordo com Roberto Matos, há uma carência muito grande de produtos com o perfil do Only SP, que oferece uma estrutura completa de lazer, segurança e conforto, marca registrada do DNA Exto, em impressionantes 11 mil m² de terreno. O empreendimento conta com enorme infraestrutura, programa de lazer e diferenciais de entrega, além de todas as áreas comuns entregues equipadas e decoradas e mais de 3.400m2 de áreas verdes.
Além deste grande projeto, o jornal também destaca o sucesso de vendas do Clock Vila Romana, que está 90% vendido, e a expansão dos nossos empreendimentos com o projeto de loteamentos que leva toda a qualidade e altíssimo padrão Exto para as proximidades do Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP).
A seguir, o texto na íntegra, publicado no jornal Valor Econômico no dia 4 de dezembro:
A Exto Incorporação e Construção vai fechar 2018 com pelo menos R$ 580 milhões em lançamentos e projeta Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 480 milhões para 2019. A incorporadora tem como meta apresentar, anualmente, entre R$ 450 milhões e R$ 500 milhões. O VGV superior deste ano resultou do lançamento do Only, o maior projeto da Exto.
Com VGV de R$ 460 milhões, esse empreendimento foi lançado no início de novembro. O projeto está sendo desenvolvido em terreno que pertenceu à concessionária Caraigá, na Marginal Pinheiros, em frente à Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira. A incorporadora vai apresentar, em breve, projeto em Moema, também na zona Sul de São Paulo, de R$ 120 milhões. Os dois empreendimentos são de alto padrão.
O presidente da Exto, Roberto Matos, afirma que há “carência muito grande” de produtos com esse perfil em São Paulo. Segundo o executivo, a definição do cenário político contribuiu para o aumento da demanda por imóveis. Desde meados de outubro, o número de visitas aos plantões de vendas da incorporadora cresceu 20%.
A Exto tem atuação concentrada em empreendimentos residenciais dos padrões médio-alto e alto nas zonas Oeste e Sul da cidade de São Paulo, mas prevê apresentar também, até 2019, seu primeiro projeto de loteamentos, localizado em terreno adjacente ao Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). O processo de licenciamento começou há dois anos, e a intenção da Exto é entregar o empreendimento completo em 2020.
“Quem comprar um lote poderá usufruir da infraestrutura do Parque Tecnológico”, diz Mattos.
Denominado Cidade Tecnológica, o loteamento tem VGV de R$ 150 milhões em duas fases – uma de R$ 120 milhões e outra de R$ 30 milhões. Esse empreendimento não está incluído nos números estimados para este ano e para o próximo porque a data de lançamento ainda não está definida. Caso o registro de incorporação do projeto seja obtido neste ano, a Exto poderá lançar a primeira fase em dezembro. Se levar mais tempo, as duas etapas do projeto ficarão para 2019.
O loteamento será desenvolvido em terreno de 310 mil metros quadrados, do qual a Exto doará área verde de 40 mil metros quadrados à Prefeitura de São José dos Campos. Na primeira fase da Cidade Tecnológica, a Exto vai vender lotes e, na segunda etapa, incorporar prédios e fechar parcerias com operadoras de shopping centers e hotéis. O loteamento vai atender, prioritariamente, funcionários de empresas instaladas no Parque Tecnológico de São José dos Campos, como Embraer, Boeing, Ericsson e Stefanini.
Segundo Matos, a Exto vendeu 90% do Clock, projeto incorporado em terreno que pertenceu à fabricante de papéis Melhoramentos e lançado há um ano. O preço médio por metro quadrado, que era de R$ 13,2 mil no lançamento, já supera R$ 14 mil. O Clock tem VGV de R$ 330 milhões.
